28 setembro, 2006

O amor materno...


O amor materno - o mais sagrado de todos
os vínculos emocionais - faz a criança sentir
o amor à vida. Mas a essência mesma do amor
materno está em cuidar que a criança cresça.

E isto implica que se afaste de sua mãe.
Dois seres que estavam unidos devem separar-se
e, nessa etapa, esse amor requer a capacidade
de dar tudo sem desejar nada, exceto a felicidade
do ser amado.

Somente a mulher que realmente ama,
a mulher que é mais feliz dando que tomando,
que está arraigada em sua própria existência,
pode amar e, ainda depois da separação,
seguir amando.


Autor: Erich Fromm


Quando toda nossa vida faz sentido...


.:. Este dia, com certeza, foi o dia mais feliz de minha vida .:.
22/12/2005 - 00:11 hs

25 setembro, 2006

Curriculum Vitae

Curriculum Vitae

Eu já dei risada até a barriga doer, já nadei até perder o fôlego, já chorei até dormir e acordei com o rosto desfigurado.

Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar, já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.

Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista.
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.

Já passei trote por telefone, já tomei banho de chuva e acabei me viciando.

Já roubei beijo, Já fiz confissões antes de dormir num quarto escuro pro melhor amigo. Já confundi sentimentos.

Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.

Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer.

Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra roubar fruta, já caí da escada de bunda.

Conheci a morte de perto, e agora anseio por viver cada dia.

Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.

Já saí pra caminhar sem rumo, sem nada na cabeça, ouvindo estrelas. Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.

Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.

Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.

Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.

Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme jardim.

Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um "para sempre" pela metade.

Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.

Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita:

"- Qual sua experiência?"

Essa pergunta ecoa no meu cérebro: " Experiência...experiência..."

Será que ser "plantador de sorrisos" é uma boa experiência?

Não!!! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!

Autor: Desconhecido

O caminho...

Ninguém pode construir em teu lugar
as pontes que precisarás passar
para atravessar o rio da vida
- ninguém, exceto tu, só tu.
Existem, por certo,
atalhos sem números, e pontes,
e semideuses que se oferecerão
para levar-te além do rio;
mas isso te custaria a tua própria pessoa;
tu te hipotecarias e te perderias.
Existe no mundo um único caminho
por onde só tu podes passar.
Onde leva?
Não perguntes, segue-o.

Autor: Nietzsche

20 setembro, 2006

Lipe - caras & sabores

"A Banana"


.:. Lipe provando a sua primeira banana... estranhou, mas se apaixonou .:.
27/03/06


"O Mamão"


.:. Lipe degustando o seu primeiro mamão... apesar da careta foi aprovado .:.
29/03/06


"A Manga"


.:. Lipe e sua primeira manga... perguntinha básica: será que ele gostou? .:.
30/03/06


"A Maçã"


.:. Lipe encarando a sua primeira maçã... aprovou e pediu bis .:.
01/04/06



"O Feijão"


.:. Lipe, finalmente provando e aprovando o caldinho de feijão da mamãe .:.
07/09/06



"O Sorvete"


.:. Lipe se acabando com seu primeiro sorvete em Jaconé-RJ... cara de tarado .:.
16/09/06


14 setembro, 2006

Lipe - passo a passo

.:. Lipe na sua 31ª semana de vida .:.


.:. Lipe no seu 1º mês de vida .:.


.:. Lipe no seu 2º mês de vida .:.


.:. Lipe no seu 3º mês de vida .:.


.:. Lipe no seu 4º mês de vida .:.


.:. Lipe no seu 5º mês de vida .:.


.:. Lipe no seu 6º mês de vida .:.


.:. Lipe no seu 7º mês de vida .:.


.:. Lipe no seu 8º mês de vida .:.


.:. Lipe no seu 9º mês de vida .:.


.:. Lipe no seu 10º mês de vida .:.


.:. Lipe no seu 10º mês de vida .:.


18 abril, 2006

Feliz Dia do Amigo!

.:. Edu e Lipe - dia em que completou seu 2º mês de vida - 22/02/06 .:.
Amigo...

O verdadeiro amigo é aquele que quer o teu bem, mesmo às vezes discordando de ti; que não procura te explorar. A seu lado deves te sentir melhor porque nele descobres alguns traços desse incomparável Amigo que é o Cristo. São raros os amigos desta espécie.

A amizade é o perfume da vida, a flor que Deus, na sua bondade, colocou no meio dos espinhos que nos ferem a cada passo.

Deus, quando quer mostrar Sua bondade a uma pessoa, dá-lhe um bom amigo.

Textos: Bougaud - Quesnoy - Algazali

Que você tenha um Feliz Dia do Amigo!
Forte abraço,
Edu.

17 abril, 2006

Serão...

.:. Edu, Vô Beto e Lipe - Páscoa 2006 .:.
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos seus próprios filhos. É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados – Crescem sem pedir licença à vida. Crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância, mas não crescem todos os dias de igual maneira – elas crescem de repente. Um dia sentam-se perto de você no estacionamento do prédio ou no terraço e dizem uma frase com tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criaturinha. Onde é que andou crescendo aquele "danadinho" que você não percebeu? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com narizinhos de palhaços e olhos de sogra e o primeiro uniforme do Maternal e do Botafogo que faz o papai e o vovô sofrerem tanto? O cara está crescendo num ritual de obediência orgânica (não pode comer isto, nem aquilo outro) e desobediência civil (cadê ele, pra onde ele foi?). E você está agora ali, na porta daquela balada, esperando que ele não apenas cresça, mas apareça, Pô!!! Ali estão muitos outros pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes sobre patins e skates, com os cabelos longos, soltos. Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nas costas e ali estamos agora, já com os cabelos esbranquiçados e até sem eles. Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e do regime ditatorial das horas que não deixam de passar. E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros – principalmente com os erros que esperamos que não venham a repetir. Pois é. Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos próprios filhos. Não mais os pegaremos às portas das baladas, das discotecas, das festas. Passou o tempo do violão, do inglês, da natação e do judô. Eles saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. A gente deveria ter ido mais à cama deles ao anoitecer para ouvir sua alma respirando; conversar entre os lençóis da infância e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, pôsteres, agendas coloridas e discos tremendamente barulhentos e ensurdecedores. Não os levamos suficientemente ao Playcenter, aos Shoppings; não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas; não lhe compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado. Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto. No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamento, natais, páscoas, piscina e amiguinhos. Claro, havia as brigas dentro do carro, a disputa pelo banco da frente ou pela janela, os pedidos de chicletes e as cantorias (em inglês) sem fim. Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço supremo (um saco, como eles dizem) um sofrimento, pois era impossível deixar a turminha e as primeiras gatinhas namoradas. Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas de repente, morriam de saudades daqueles "pestinhas". Chega o momento em que só nos resta ficar de longe torcendo e orando muito a Deus (nessa hora, se a gente tinha desaprendido de orar, reaprende) para que eles acertem nas escolhas em busca de felicidade semelhante àquela que tivemos ao vê-los nascer e que a conquiste do modo mais completo possível. O jeito é esperar – qualquer hora dessas podem nos dar netos e o neto é o momento do carinho ocioso e estocado, não oferecido aos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por
isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável amor e carinho. Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.
O engraçado é que aprendemos a ser filhos depois que somos pais e só aprendemos a ser pais depois que somos avós.

Autor: desconhecido

Texto enviado em 16/03/2006 por Alberto Couto Filho, Vovô do Lipe.

Enquanto segue pela vida, meu filho...

.:. Mamãe Sissi e Lipe - Maternidade em 22/12/05 .:.
Não perca a autoconfiança.
Ao despertar, pela manhã, preparando-se
para o novo dia, ative suas forças pois
sempre precisará delas. Atenha-se a suas convicções
pois são elas que nos tornam diferentes.
Conscientize-se de sua inteligência e capacidade.

Não se esqueça da compaixão. Ao se olhar
no espelho, estude seu rosto
atentamente. Procure a coragem para acreditar
em si mesmo. Encontre a vontade de encarar
o dia que começa. Saiba que você é humano e,
portanto, sujeito a falhas.

Não se esqueça da esperança. Quando sentir
que não tem mais nenhuma, procure bem lá no fundo.
Lá encontrará fé em si e nas pessoas que ama.
Lá encontrará a certeza de um novo dia.
Lá encontrará conforto ao saber
que é amado por aqueles que o cercam.

Não esqueça da caridade. Ao sentir
que não existe dor maior que a sua,
olhe ao seu redor. Reconheça que o
próximo tem um sofrimento maior. Saiba
que o próximo ainda pode sofrer mais. Perceba
que a dor é inerente a todos, em toda a parte.

Não se esqueça do riso. Quando a razão
e a lógica o abandonarem, consulte
seu coração. É lá que você encontrará o humor
e a capacidade de rir alto de si mesmo,
sem temer cpmentários.
Lembre-se que o riso é mais terapêutico
que a lágrima.

Não esqueça quem você é.
Não se esqueça de sua parte humana,
da sua parte que é esperança,
da sua parte que é caridade.
E jamais se esqueça do riso.

Autor: Chris Marie Perrin

Só lhe desejo meu filho, as maiores coisas da vida...

.:. Papai Edu e Lipe - Jardim Botânico/RJ em 13/04/06 .:.
Desejo-lhe Amor: incondicional
e infinito.
Desejo-lhe Entendimento:
mente aberta, coração atento
e resposta para suas inquietações.
Desejo-lhe Determinação:
para perseguir seus sonhos e realizá-los,
fazendo o que é correto.
Desejo-lhe Fé: para crer em si mesmo,
confiar em suas capacidades
e continuar tentando.
Desejo-lhe Paz: a capacidade
de perdoar, calma nos momentos
estressantes e o conforto do amor.
Desejo-lhe Satisfação: tempo suficiente
para fazer o que lhe agrada, alguém
com quem compartilhar os bons momentos,
capacidade de reconhecer quando algo
não está dando certo e coragem
para seguir em frente.
Desejo-lhe alegria: senso de humor, mãos
para segurar e orgulho do que está fazendo.
Desejo-lhe Gentileza: ao tocar,
sentir e experimentar tudo.
Desejo-lhe Bondade: honestidade, integridade
e lealdade não só com os outros,
mas consigo mesmo.
Desejo-lhe Paciência: em suas ações
e palavras e também na sua luta
por tornar-se tudo o que deseja e pode ser.

Autor: Barbara Cage

Um começo...

.:. Papai Edu e Lipe - Jardim Botânico/RJ em 13/04/06 .:.

Esta deve ser a tentativa de número 1.999.999.999 que faço de criar o meu primeiro Blog. Motivos e assunto não me faltam para que eu crie e mantenha um blog, mas o principal motivo deste é sem dúvida este presente que Deus, na sua infinita bondade, deu a minha Família. O nome desta dádiva é Luiz Felipe, Lipe para os amigos!
Meu primeiro filho, nascido em 22 de dezembro de 2005, às 00:11 h, com 3,270 g, medindo 49,0 cm, carioca, botafoguense e capricorniano.
Hoje ele está as vésperas de completar o seu 4º mês de vida e, graças a Deus, é só saúde e alegria, com os seus atuais 7,100 g e 61,0 cm.
Eu e minha esposa iremos tentar fazer deste blog um caderninho virtual de anotações para contar as aventuras e trapalhadas deste pai que vos fala na tentativa de fazer esta criaturinha se tornar um grande homem.

Sejam todos bem vindos ao nosso cantinho!